sábado, 8 de maio de 2010

Pai não fala... de fato da palestra!


Hoje o dia mal começou e o meu querido pai já me bombardeou com recomendações e advertências referente ao futuro.

Ele acha que eu tenho que ficar 20 anos na empresa onde trabalho atualmente pra poder conquistar algo.

Ele simplesmente não entende, que o "conquistar algo" pra mim, é justamente conseguir um novo emprego. Ele não aceita, que aquele emprego "pra mim" não seja o melhor do mundo... por enquanto o meu foco não é dinheiro e nem comodidade. Eu quero adquirir conhecimento, quero ter contato com pessoas que possuam algo a agregar na minha carreira... entre tantas outras coisas.

Não tenho medo de encarar o novo, defeito ou qualidade sou destemida. Acredito no meu potencial, procuro sempre dar o melhor de mim, no que me proponho a fazer.

E não entendo como as pessoas (papis) não conseguem enxergar que existe um mundo de possibilidades aqui fora.

Até entendo a insegurança, mas devemos possuir uma mente aberta. Afinal de contas... os tempos são outros.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Para minhas irmãs

Stefaní e Marina,












Obrigada

Pelos sorrisos,

Pela força nos momentos difíceis,

Por esquecerem minhas falhas,

Por perdoarem minhas grosserias,

Por suportarem minhas rudezas,

Por permitirem ser o que sou,

Por me aceitarem,

Por me tolerarem o humor,

Por me levarem aonde forem,

Por se orgulharem do pouco que fiz,

Por respeitarem minhas escolhas,

Por não me agredirem quando até mereço,

Por estarem aqui,

Por sabe que posso contar quando precisar,

Pela sabedoria com que me ensinam,

Pela paciência com que me orientam,

Pelo amor que me têm,

Por sermos irmãs.

Basico!!!

byMK - Comunidade de Moda: Basico!!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Olá

Nossa quanto tempo sem fazer postagens...
Tempo que passei só espiando... rs.
A ideia inicial deste blog foi apenas postar, alguns textos que eu gosto... quem expressem em parte o que sinto, fotos bonitas... letras de músicas e etc. Hoje eu vejo um horizonte maior, acredito que é possível me expressar, mostrar um pouco mais de mim, dos ideias de vida no momento e também continuar mostrando o que me identifico e me atrai.

Com certeza aproveitarei mais esse espaço.

Pedaços de mim...


Sou feita de sonhos interrompidos,
Detalhes despercebidos,
Amores mal resolvidos.
Sou feita de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão.
Sinto falta de lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci.
Eu sou Amor e carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante.
Já tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas.
Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir, para não enfrentar... sorri para não chorar.
Eu sinto pelas coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei.
Tenho saudade de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui
esquecendo amigos que acabei perdendo... Mas continuo vivendo e aprendendo.
(Martha Medeiros)

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Saudade


Esse poema... é o meu preferido, sei cada virgula... de cor e salteado (Aquilo que você decorou, memorizou e pode lembrar sempre) posso ler mil vezes, como posso ficar anos sem lê-lo... a emoção é a mesma. Sempre me pergunto... como pode não ser "eu" a autora?




"Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave,
Para sentirmos tanta saudade..."

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Miguel Falabella